Cachoeira vira sede do governo do estado

cachoeira-vira-sede-do-governo-do-estadoPelo segundo ano consecutivo o governador Rui Costa (PT) não compareceu, neste sábado, 25, à solenidade de transmissão simbólica da sede do governo para Cachoeira, dentro das comemorações da Guerra da Independência que tem seu ponto alto no dia 2 de julho. Rui foi representado pelo vice-governador João Leão (PP).

No ano passado, no primeiro ano de seu governo, Rui cancelou sua ida ao evento devido ao nascimento da filha, na madrugada daquele 25 de junho. Desta vez, a assessoria do governo informou que Rui preferiu ficar com a família (que comemorou o primeiro aninho da menina), já que na próxima semana terá de cumprir, de segunda a sexta-feira, uma extensa agenda de compromissos em oito municípios baianos.

O vice João Leão, que no ano passado não foi também à Cachoeira – justificando que não pôde descer de helicóptero na cidade, devido ao mau tempo -, destacou, após passar em revista a tropa militar, a importância da cerimônia.

“Este ato é uma das coisas mais importantes da Bahia, que é um celeiro de tradições. E Cachoeira é uma das cidades que despontam em primeiro lugar”, disse Leão, que completou: “Nos sentimos muito honrados de estar aqui fazendo este trabalho, levando adiante estas tradições para que isto continue”.

Após as honras militares e o desfile cívico, João Leão participou da Sessão Magna na Câmara Municipal. Estiveram presentes os secretários estaduais da Cultura, Jorge Portugal, e da educação, Walter Pinheiro, dentre  outras autoridades, como a senadora Lídice da Mata (PSB) – autora da lei que regulamentou a transferência simbólica da Capital para Cachoeira.

O povo cachoeirano recebe esta homenagem  porque a cidade foi palco das primeiras lutas da guerra de Independência do Brasil, que se estenderam até 2 de julho de 1823,  o que rendeu à cidade o título de Cidade Heroica e à Bahia a condição de autonomia diante da Coroa Portuguesa. “Estamos recapitulando  um fato histórico que tornou Cachoeira capital da Bahia, por conta do sitiamento das tropas portuguesas”,  destacou Jorge Portugal.

FONTE: A Tarde

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