Hospital da Mulher comemora o Dia do Obstetra com recorde no número de partos realizados

Nos últimos três meses, o Hospital Inácia Pinto (HIPS), o Hospital da Mulher, realizou um total de 1.792 partos, representando estatisticamente 47% de partos cesáreos e 53% partos normais.

Os números são recordes se comparados ao mesmo período do ano passado, motivadores para comemorar o dia 12 de abril, Dia do Obstetra, responsável por acompanhar todo o processo gestacional, desde o pré-natal até o pós-parto.

O profissional obstetra lida com os fatores relacionados à reprodução humana. O nome tem origem no latim obstare e significa “ficar ao lado” e revela a importância desse especialista, seja ele médico obstetra ou enfermeiro obstetra ou obstetriz, para a saúde da mãe e do bebê.

A realidade mensurada através da equipe de obstetras do HIPS, formada por 20 médicos e 15 enfermeiros, contabilizou no mês de janeiro 608 partos realizados, sendo 307 normais e 301 cesáreos. Já fevereiro registrou 546 partos (296 normais e 250 cesáreos), seguido do mês de março que superou os números dos dois períodos anteriores, totalizando 638 partos, sendo 351 normais e 287 cesáreos.

Para a presidente da Fundação Hospitalar de Feira de Santana, Gilberte Lucas, os números revelam a referência da unidade no atendimento humanizado e de partos de médio risco.

“A importância da especialidade, com certeza, é uma garantia para segurança da mulher que chega à unidade. Hoje a unidade tem uma equipe grande de especialistas, capacitada para realizar esse tipo de atendimento”, ressalta.

Importante durante todo o período gestacional, a equipe de obstetras (médico, enfermeiro e obstetriz) faz o pré-natal realizando avalição necessária a saúde do chamado trinômio (mulher, bebê e companheiro). Esses profissionais buscam esclarecer todas as dúvidas da mulher em relação à gravidez, parto, puerpério (período pós-parto), aleitamento materno, crescimento e desenvolvimento do bebê.

A médica obstetra da unidade, Ana Cássia Lima, destaca que a data é fundamental para lembrar e valorizar a classe.

“Para mim, ser médica obstetra, é poder ajudar crianças a vir ao mundo de forma saudável e também ajudar aquela gestante a passar por aquele processo de trabalho de parto ou através de uma cesárea, preservando o lado psicológico da mãe, a saúde materna e do bebê”.

Já a enfermeira obstetra da unidade, Siomara Cerqueira de Souza, que trabalha há 24 anos no Hospital da Mulher, afirma que o seu tempo na unidade revela seu amor pela profissão.

“Eu adoro o que faço! Ser enfermeira obstetra é muito gratificante. A gente orienta a gestante tanto no trabalho de parto quanto sobre algumas técnicas para alívio da dor, sem contar exercícios que vão fazer com o que o trabalho de parto ande mais rápido”, explica.

Ela também pontua que a equipe também busca assegurar e respeitar a mulher na escolha pelo parto e nascimento baseado nas novas evidências científicas.

O relato da acompanhante Margarida de Souza deixa explícito a admiração e a relação de confiança construída com os profissionais obstetras durante o momento “mágico” na vida de toda mulher gestante.

“Eles ajudam a paciente no seu momento de dor e de alegria também; a ‘botar’ mais uma vida no mundo de forma segura. Nós [acompanhantes e pacientes] depositamos toda a confiança nesses profissionais”.

Fonte: Ascom/HIPS

Deixe seu comentário

comentários