TRE realiza cadastramento biométrico no distrito de Jaguara até 19 de dezembro

A Justiça Eleitoral iniciou na segunda-feira (4) o cadastramento biométrico no distrito de Jaguara, em Feira de Santana. A expectativa é que até o dia 19 de dezembro entre 2 mil e 2.200 eleitores do distrito sejam contemplados com o serviço.

De acordo com o chefe da zona 156 eleitoral, Danilo Pereira, depois do distrito de Jaguara será a vez de Bonfim de Feira, a partir do dia 4 de janeiro. O objetivo do posto intinerante, segundo ele, é aproximar o eleitor da zona rural da Justiça Eleitoral.

“Nós já atendemos mais de 4 mil no distrito de Maria Quitéria, e começou em Jaguara até o dia 19 de dezembro. Nós temos dez kits instalados lá e no posto nós só estamos atendendo com agendamento. O eleitor vai ao posto antes, marca o dia e o horário, recebe o comprovante do agendamento e comparece no dia. Isso evita filas, confusão de manhã cedo e venda de senhas. Essa experiência foi bem-sucedida em Maria Quitéria e estamos repetindo em Jaguara”.

Prazo final

O prazo final para o cadastramento biométrico em Feira de Santana continua sendo o dia 31 de janeiro. Segundo o chefe da zona 156, mais de 60% do eleitorado feirense já compareceu ao TRE para realizar o serviço, que é obrigatório. Segundo Danilo Pereira, o tribunal espera atingir a meta de pelo menos 80% dos eleitores para encerrar o processo no tempo determinado.

“Todos que estão agendados vamos atender. Não sei será possível atender as pessoas que vão para a fila. Aqui na Bahia, já passamos da meta do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), atendemos mais de 3 milhões de pessoas esse ano, e a biometria no Brasil está escalonada até 2020. Em Feira, a gente atende mais de 2 mil pessoas por dia e espera chegar próximo dos 80% até o dia 31 de janeiro. Estamos com todas as máquinas funcionando, e pela orientação do Tribunal, para a gente encerrar o procedimento, temos que atingir pelo menos 80%”.

Ainda de acordo com ele, somente perto do prazo final será possível avaliar se haverá prorrogação ou não. Mas, se houver, isso é algo que só o TSE pode decidir.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.

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