Corpo de homem é encontrado decapitado perto das ‘Casinhas’, em Euclides da Cunha

Na madrugada desta sexta-feira (17), moradores Conjunto Habitacional Minha Casa Minha Vida (Casinhas) encontraram em solo aberto um corpo e uma cabeça separados em um canteiro de obras de um loteamento próximo ao Conjunto Habitacional. Trata-se de Lailson Andrade dos Santos (33), sem profissão definida, residente no bairro Duda Macário, mas com residência própria perto do local do crime.

Ao ser comunicada sobre o achado, equipes da Polícia Civil e IML foram deslocadas para o local para procedimento de levantamento cadavérico e recolhimento do corpo. Na inspeção feita no local, a cabeça foi encontrada na parte mais baixa do barranco onde o corpo havia sido encontrado, certamente tinha rolado barranco a baixo, além de não ter sido encontrado vestígios de que o assassinato ocorrera ali.

Informações obtidas pelo repórter José Dilson Pinheiro, do site euclidesdacunha.com, junto às equipes da PC e DPT, indicam que Laílson fora assassinado e decapitado em outro local, já que sinais evidentes de que o cruel homicídio havia sido cometido no local em que o corpo fora largado.

Em busca de pistas para elucidação do caso, agentes do S.I. (Serviço de Investigação) da 25ª Coorpin e 1ª DT, estiveram na casa da vítima, no Conjunto Habitacional Minha Casa Minha Vida e, lá, também não encontraram sinais de que o crime ocorrera ali.

Os agentes também foram informados que Lailson havia colocado a casa à “venda”, levantando a suspeita de que pretendia ir embora de Euclides da Cunha. Supostamente sabedores da intenção da vítima, seus algozes ou algoz, a quem Lailson deveria ter contraído algum tipo de débito, já que era usuário de drogas, segundo informações de pessoas que o conheciam, executaram o macabro plano, mais um cometido em Euclides da Cunha, em menos de 60 dias.

O corpo e a cabeça foram recolhidos ao IML de Euclides da Cunha, onde poderá não ter a liberação aos familiares para sepultamento, dentro do prazo previsto, haja vista a paralisação dos serviços por parte da equipe que auxilia o médico-legista, que há quatro meses não recebe salário.

por José Dilson/euclidesdacunha.com

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