Ribeira do Pombal: professora desenvolve dissertação de mestrado a partir da Educação Especial Municipal

A Professora, Sara Carvalho, da rede pública municipal, Mestra em Supervisão Pedagógica com especialidade em Educação Especial pela Universidade Aberta de Portugal, desenvolveu sua Dissertação de Mestrado a partir da realidade da educação municipal pombalense que motivou a professora devido a maneira especializada como é tratada a educação especial com estrutura, capacitação e metodologias perfeitamente adequadas, o que inclusive torna o município um exemplo a ser seguido.

A seguir, veja resumo do trabalho da Professora pombalense:

PRÁTICAS INCLUSIVAS NA ESCOLA REGULAR
Maria José Sara Carvalho dos Santos
RESUMO: Este texto consiste de uma síntese crônica da palestra sobre práticas inclusivas, como parte do curso de mesmo tema. Seu objetivo é de esclarecer aos gestores educacionais, professores e auxiliares que incluir é possível e não é uma utopia. A metodologia usada foi a de demonstrar práticas docentes relatadas num estudo de caso concluído em 2016, enquanto dissertação de mestrado. Os resultados obtidos naquele estudo corroboraram a possibilidade de inclusão e os que foram alcançados no referido colóquio atestam a opinião de que falta mais empenho e busca constante de estudo, de investigação, o que, se realizado, só contribuirá com a prática inclusiva. Conclui-se que se a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais é possível, isso só sai do ideal para o real quando todas as instituições – família, escola, sistema educacional, autoridades – se comprometem e isso servirá de base para a inclusão de todas as pessoas que formem minorias sociais.

Palavras-chave: Inclusão. Investigação. Crianças com Necessidades Educacionais Especiais. Prática Inclusiva. Instituições.

INTRODUÇÃO
Lidar com a inclusão de pessoas com necessidades especiais ainda é um tabu entre as autoridades e, de um modo geral, até entre a sociedade. E, quando o assunto é incluir as crianças com necessidades especiais, que por si só já são indefesas socialmente, ainda mais. Este caso é difícil de ser permeado até entre os educadores e as próprias famílias dessas crianças. Seja por desconhecimento legal, por descontentamento com as condições que lhes são dadas, ou por subestimação dos diversos potenciais que possam estar intrinsecamente escondidos por trás dos rostos infantis de cada criança, enquanto aluna ou enquanto ente querido.

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SANTOS, M. J. S. dos. Pedagoga mestre em Supervisão Pedagógica (UAb/PT) e especialista em Educação Especial (UNEB) e em LIBRAS (FAEL). E-mail: majcs1@hotmail.com

por ASCOM da Prefeitura de Ribeira do Pombal

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