Após cirurgia no ombro, Arthur Nory passa por reabilitação esportiva

Ginasta tem acompanhamento de especialista em ombro e fisioterapeuta. Ele ficou seis semanas imobilizado com uma tipoia, mas está de volta ao ginásio para reiniciar treinos gradualmente

Bronze na Olimpíada do Rio 2016, Arthur Nory sofreu recentemente a lesão chamada do tendão supra espinhal do ombro direito. De acordo com a fisioterapeuta do Instituto Vita, Caroline Ripoli, exercícios com argolas, barras paralelas, cavalo com alças e barra fixa demandam um grande esforço muscular e articular dos membros superiores, por isso, atletas de alto desempenho, como o jovem de 23, estão expostos a lesões por sobrecarga, fadiga e impacto. Para reparar o problema, ele passou por uma cirurgia no manguito rotador, realizada por meio de artroscopia (pequenas incisões que, com o auxílio de uma câmera, realiza a recolocação e a fixação do tendão lesionado). Agora, Nory está passando por uma reabilitação esportiva.

– O Nory precisou ficar seis semanas imobilizado com uma tipoia, mas agora está de volta ao ginásio para reiniciar gradualmente os treinos de sua modalidade esportiva – esclarece o doutor Breno Schor, especialista em ombro do Instituto Vita, que tratou o ginasta.

No período pós-cirúrgico, a fisioterapia tem um papel essencial na recuperação da lesão, tratando dores, edemas, inflamações, diminuição da mobilidade e perda do volume muscular.

– A especialidade atua rapidamente na restauração do movimento articular do ombro, estimulando a força muscular do membro superior por completo, além de preparar a articulação para o retorno gradual e seguro às atividades esportivas”, afirma a fisioterapeuta Caroline Vita, que também cuida da reabilitação do atleta.

Ao final do tratamento, o paciente é acompanhado por meio de um programa preventivo, cujo objetivo é equilibrar os esforços físicos, impedindo novas lesões. (Globo Esporte)

Foto divulgação /globo esporte

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